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O principal objetivo deste trabalho foi evidenciar a dificuldade no desenvolvimento do processo de indexação em bases bibliográficas. Os instrumentos normativos e de apoio a essa tarefa são dispersos e difíceis de utilizar para grande parte dos profissionais. Os termos de indexação são recolhidos de várias fontes, potenciando a sua inconsistência se não for feito o controlo de autoridades, pondo em causa a recuperação de informação eficaz por parte dos utilizadores dos catálogos.
A investigação divide-se em duas partes distintas: na primeira é identificado o uso de instrumentos normativos e de apoio à indexação nas bibliotecas politécnicas em Portugal. Na segunda parte são observadas as caraterísticas dos índices de assunto num grupo de bibliotecas (Instituto Politécnico de Portalegre). A metodologia desenvolveu- se de acordo com os dois níveis de observação, no primeiro através de um inquérito às instituições, e no segundo através da análise de registos bibliográficos, em que foram definidos três eixos centrais: formato UNIMARC, sintaxe dos cabeçalhos e terminologia.
Através dos resultados obtidos, conclui-se que na maioria dos casos não são usados instrumentos normativos, e o sistema de indexação português SIPORbase é muito pouco

utilizado. A recolha de termos é essencialmente de tesauros, e não é feito o controlo de autoridades, quer a nível da terminologia, quer da sintaxe dos cabeçalhos. A falta de consistência observada nos índices de assunto demonstrou que é necessário uma política de indexação, e com esse fim foi apresentado um modelo que se sugere utilizar.